O que pode ser pegue-e-pague na web
Alan Mutter é mais um desses CEOs-com-um-blog. Mas o dele é de jornalista, batizado de “Reflexões de um Dinossauro das Notícias”. A última do Alan é um checklist sobre conteúdos que merecem ser pagos na internet.
Organizando muito do que se vem discutindo mundo afora, o sujeito rankeou de 5 a 1 (se eu bem entendi) oito atributos de um conteúdo online: ser único, fugir do rotineiro, poder economizar tempo, ser urgente profissionalmente, ser customizável, ter valor de entretenimento, ser mais localizado/próximo do consumidor, ser importante para a economia doméstica (em compras etc.).
Aí ele dividiu o conteúdo online em B2B e B2C e identificou os “sweet spots” de cobrança, no gráfico acima. As oportunidades de cobrar, como se pode notar, são maiores nos conteúdos B2B, com as pessoas jurídicas (não as físicas) como alvo. The Financial Times e The Wall Street Journal estão entre os provedores de conteúdo que já entenderam isso.
Não é nenhuma lei marcial ainda. Mas é um começo.
fonte HSM Inspiring Ideas
Publicado em 22/10/09